"Pai. Vi, enquanto escolhia um lado, que tua mão apontava o outro. Ignorei Teu conselho e segui meu instinto.
Senti que poderia andar sozinho e preferi não convidá-lo para o passeio. Exigi minhas heranças para administrar minha felicidade. Afinal, quem melhor do que eu para decidir como serão meus dias?
Fui parar num desfile de porcos e a humilhação fez meu rosto cansado despencar nas minhas mãos sujas de irresponsabilidade.
Eu errei. Preciso do teu pastoreio. O teu cajado me guia para os rios que saciam meus anseios. Tento deitar-me, mas sem tua paz eu não consigo.
Pai. Arrependido piso o chão que um dia me viu partir e regresso sem muitas expectativas até o portão em que me despedi daquele que sempre me amou.
Preciso te dizer algumas coisas.. Eu... eu... eu não mereço...
(Pedimos perdão pela intromissão. Esta oração foi interrompida por um abraço cheio de compaixão e um beijo de perdão. Vimos que trouxeram roupas novas, sandálias e um anel. Há muita música na casa onde entraram e parece que estão assando um cordeiro. Acabaram de nos convidar para irmos também. Então, até logo. Ou melhor, querem ir conosco?)"
Pai. Arrependido piso o chão que um dia me viu partir e regresso sem muitas expectativas até o portão em que me despedi daquele que sempre me amou.
Preciso te dizer algumas coisas.. Eu... eu... eu não mereço...
(Pedimos perdão pela intromissão. Esta oração foi interrompida por um abraço cheio de compaixão e um beijo de perdão. Vimos que trouxeram roupas novas, sandálias e um anel. Há muita música na casa onde entraram e parece que estão assando um cordeiro. Acabaram de nos convidar para irmos também. Então, até logo. Ou melhor, querem ir conosco?)"
Thiago Grulha
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