Olá! É madrugada, e eu estou ainda trabalhando. Nos últimos dias, tenho trabalhado tanto...
Ainda não tive tempo para escrever sobre as impressões maravilhosas que ficaram em mim da ministração no Colégio Modelo (prometo ainda escrever).
O que venho escrever hoje, é sobre algo que ainda agora estava pensando a respeito. Sobre as diferenças que há entre Igrejas Tradicionais e as Igrejas Pentecostais.
Nas Igrejas Pentecostais, é comum vermos manifestações grandiosas, o que nós cristãos, acabamos denominado de "Fogo", algo que faz alusão ao evento de Pentecostes, quando o Espírito Santo desceu sobre a Igreja batizando as pessoas com línguas como de fogo, e enchendo os apóstolos de poder. Porém, é necessário observarmos tais manifestações para que elas não se tornem simplesmente meras evasões de sentimentos, e sim genuínas manifestações do Espírito Santo.
Já as Igrejas Tradicionais, são mais recatadas, mais silenciosas, que prezam pelo zelo à palavra de Deus, e são mais metódicas. Cada um com o seu jeito, mas quando penso em Igrejas Tradicionais, eu penso no vento... Como aquela Brisa suave que Elias sentiu quando Deus mandou que ele saísse da caverna, e... O Senhor estava ali! Infelizmente o nosso apego ás práticas, e não ao Deus dos motivos pelos quais as praticamos, pode fazer de nós meros religiosos vazios.
Uma das coisas mais lindas que eu acho no corpo de Cristo, é essa diversidade, e principalmente a capacidade que temos de aprender uns com os outros, mesmo nas nossas divergências doutrinárias. Não importa se é como vento ou como fogo que sentimos o nosso Deus, o que importa é que encontremos o ponto de equilíbrio para que não oscolemos entre os extremos do emocionalismo ou da apatia; o que realmente importa é que o nosso Deus já se fez manifesto a nós através de Seu Filho Jesus!
Em Cristo,
Tássyo.
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