Escrevo este texto, simplesmente porque fui confrontado por Deus a olhar para mim mesmo, e ver aquele defeito com o qual temos dificuldade de lidar (o velho "lixo jogado pra debaixo do tapete").
Tantas vezes nos acostumamos, nos acomodamos tanto com as máscaras que colocamos em nós mesmos, que até mesmo passamos a acreditar que aquele é o verdadeiro retrato de quem somos, enganando-nos a nós mesmos.
Quando as máscaras caem... Podemos ver toda a sujeira, toda a falsa santidade, toda podridão e desgraça que se escondem atrás de "boas intenções" e emocionalismos baratos.
Por muito tempo em minha vida tive que carregar algumas máscaras (como aquelas que os antigos gregos usavam para representar em teatro), e até hoje, luto para que muitas outras sejam desfeitas pelo poder que há na doçura do Espírito Santo [A doçura do Teu falar, a doçura do Teu olhar amoleceu a dureza do meu coração... (A Doçura do Teu Falar - Ludmila Ferber)].
Não se esconda, deixe que o Espírito Santo vá desfazendo uma a uma as máscaras que te sufocam, enquanto você se vê sendo mais quebrantado, mais purificado, mais verdadeiro e simples como uma criança.
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