sábado, 29 de novembro de 2008

Providência Divina para a gravação!

Parece que ainda nem aconteceu, mas já faz uma semana que gravamos o nosso CD.
Depois de todas aquelas adersidades enfrentadas na sexta-feira que antecedeu a gravação, pudemos experimentar a boa, perfeita e agradável vontade de Deus. O Senhor mais uma vez nos surpreendeu, e a nós, restou nos rendermos (e confesso que não há nada melhor).
Aquela sexta-feira foi muito difícil para mim; não dormi com raiva, mas muito irritado. No sábado, dia 22 pela manhã, choveu, e em meu trabalho, orei até o momento que fui embora. À tarde caiu o maior pé-d'água. Tentamos até arrumar o salão, mas foi praticamente impossível, pelo menos conseguimos limpar a bagunça do dia anterior. Quando Dayane e algumas outras pessoas chegaram lá na Igreja, nos advertiram quanto ao tempo, e àquelas goteiras. Era completamente incogitável e impossível mudarmos a data, e muito difícil darmos conta de arrumar às pressas um outro local e avisar a todos. Day surgeriu-nos de fazermos dentro do templo, mas teríamos de conseguir as autorizações do pastor, pois como a gravação seria ao-vivo e no templo não é permitido que hajam palmas, ficaríamos em uma situaçõ bastante complicada.
Mas àquela altura, não tinhamos mais opções; deveríamos nos agarrar às oportunidades que aparecessem. Como o salão que iríamos gravar, o templo e a casa pastoral ficam em um terreno só, eu e Lanna fomos à casa do pastor, e lhe pedimos autorização para gravarmos no templo com palmas. Por intervenção divina, o pastor sem hesitar nos cedeu a autorização necessária para gravarmos no templo. Só então pude entender o propósito de Deus; ele queria que gravássemos na igreja.
Aí então começava o desafio: tinhamos duas horas e meia para tirarmos a mesa e o púlpito (que cada um deve pesar uns 120 quilos) do templo, arrumarmos a plataforma, montarmos toda a estrutura de som e luz e gravação. Depois de saber que o evento aconteceria no templo, o pessoal começou a achar que o aluguel do som era um desperdício, pois o som da nossa igreja estava muito bom, aquilo de uma forma bem leve me atingiu, pois realmente o investimento que fizemos no som foi alto, mas isto não me abateu, pois eu sabia que Deus tinha os seus propósitos para cada coisa ali (até mesmo para a chuva), tive paz no meu coração para saber que o aluguel do som não foi "dinheiro jogado fora".
Graças a Deus, no tempo previsto, conseguimos montar tudo e ainda deixar a cenografia em perfeita ordem,tivemos tempo até para passarmos som e comermos uma pipoquinha. Agora faltava apenas o rapaz da gravação que ainda não havia chegado, e já eram seis horas.
Quando todos já haviam saído, e eu já havia desligado as luzes da igreja, o operador de gravação chegou. Fiquei com eles até às seis e quarenta e cinco, pois precisava ir em casa pegar minhas roupas, tomar banho, e voltar para a igreja. Fiz isto rapidamente, e sete horas eu estava de volta à igreja. Chegando lá, me falaram sobre um tipo de cabo que foi necessário usar para conectar a mesa de som com o equipamento de gravação. O som da nossa igreja não tinha este cabo, nem o engenheiro de gravação, quem tinha era o pessoal do som. Imaginem só se não tivéssemos alugado o som! Ficaríamos sem gravação.
Pude ver novamente o cuidado de Deus. Se desde o princípio fôssemos gravar no templo, eu nem cogitaria a possibilidade de alugarmos som, e agora, estaríamos numa situação embaraçosa. Deus permitiu tudo isto para que não ficássemos sem gravar. Todas aquelas palavras de reprovação quanto ao aluguel do som caíram por terra. Aquela sonorização (apesar de muito potente para a nossa igreja) foi providência divina, e também a forma como a questão financeira foi sanada sem preocupações foi maravilhosa.
Bem, por hoje me contento em deixar os relatos apenas da providência divina. Se Deus me permitir, amanhã contarei como foram os momentos que antecederam a gravação, a hora, e depois de tudo.
Deus os abençoe!

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