


Amados irmãos, tenho vivido dias nos quais o Espírito Santo tem me ensinado a me mover através dos seus ímpetos. A me mover à medida que Ele se move em mim, entrando em uma nova dimensão: O seu Sobrenatural.
Desde que peguei a liderança da UPA (União Presbiteriana de Adolescentes - grupo jovem da nossa Igreja), no ano passado, eu pedia muito a Deus um quebrantamento geral daqueles adolescentes. Eu já sabia da estratégia de Deus para nos usar (a todos nós) como agentes de transformação para a nossa Igreja. Eu clamava a Deus, pedia por misericórdia sobre a vida deles. Mas infelizmente o que eu via era só o afastamento de muitos. O esfriamento e do desinteresse pela obr de Deus. Eu temia que o pior acontecesse: Que eles desistissem da vida de cristãos.
Mas o que naquele momento eu achava que poderia fazer, eu fiz: Continuei orando e clamando. Em obediência à vontade do Senhor (no momento não estava nos meus planos, e eu não queria aquela responsabilidade novamente), aceitei concorrer à reeleição. Fui reeleito para liderá-los novamente este ano.
Mas o que naquele momento eu achava que poderia fazer, eu fiz: Continuei orando e clamando. Em obediência à vontade do Senhor (no momento não estava nos meus planos, e eu não queria aquela responsabilidade novamente), aceitei concorrer à reeleição. Fui reeleito para liderá-los novamente este ano.
Há algumas semanas algumas atitudes do pessoal não estavam me agradando (muito menos ao Senhor), e novamente, em obediência àquilo que Deus falava comigo, convoquei uma reunião na qual falei sobre arrependimeto. O Espírito de Deus me mostrou naquela hora que eu deveria falar dos sonho dEle para aqueles adolescentes; uma geração desacreditada na nossa Igreja. Não precisei me esforçar para nada. Tudo saiu naturalmente (ou melhor, espiritualmente). Convoquei todos eles lá no templo da nossa Igreja ao arrependimento das más obras, pois Deus havia escolhido aquela geração para triunfar. Pedi para orarmos em arrependimento clamando por perdão. Muitos se prostraram e choraram. Ali era o começo de algo dimensionalmente grande que Deus começava a fazer com a gente.
NA DIREÇÃO DE DEUS marcamos uma vigília para o dia 19 de Abril (Sábado / ontem), junto com ela um acampadentro nas salas anexas à Igreja. Busquei por uma direção de Deus sobre o que fazer ou falar e durante toda a semana a resposta de Deus foi o seu silêncio (Lembrem-se de que quando Deus fica em silêncio Ele está trabalhando). Já ontem estava sem nada em mãos para a vigília, esperando por uma direção de Deus. À tarde Ele começou a me mostrar a ligação que algumas músicas tinham com outras. Fiz uma montagem de músicas Play-backs, e espontâneos para o momento de louvor a soma do tempo de todas elas dava 31 minutos de música. Preparei tembém um vídeo com a história de uma menina de 17 anos que morreu por dizer que amava a Cristo (que prometo contá-la em breve aqui no Blog). Quando terminei tudo isso, já estava exatamente na hora de começar a vigília, e eu ainda precisava me aprontar pra sair.
NA DIREÇÃO DE DEUS marcamos uma vigília para o dia 19 de Abril (Sábado / ontem), junto com ela um acampadentro nas salas anexas à Igreja. Busquei por uma direção de Deus sobre o que fazer ou falar e durante toda a semana a resposta de Deus foi o seu silêncio (Lembrem-se de que quando Deus fica em silêncio Ele está trabalhando). Já ontem estava sem nada em mãos para a vigília, esperando por uma direção de Deus. À tarde Ele começou a me mostrar a ligação que algumas músicas tinham com outras. Fiz uma montagem de músicas Play-backs, e espontâneos para o momento de louvor a soma do tempo de todas elas dava 31 minutos de música. Preparei tembém um vídeo com a história de uma menina de 17 anos que morreu por dizer que amava a Cristo (que prometo contá-la em breve aqui no Blog). Quando terminei tudo isso, já estava exatamente na hora de começar a vigília, e eu ainda precisava me aprontar pra sair.
Começamos a vigília com meia hora depois do previsto, pois algumas pessoas atrasaram. Ao começarmos, estávamos muito cansados, e não achávamos que daquela vigília poderia sair alguma coisa. Enquanto o nosso conselheiro falava, ele disse que viver por Cristo, era estar disposto a morrer por Ele. Nós não havíamos combinado nada, e os assuntos se batiam (coisas que Deus arquiteta). Depois que Juraci falou, era a minha vez comecei pela história de Paixão profunda daquela menina que morreu por amor a Cristo, depois mostrei um clipe com uma música feita em sua homenagem. Ao terminar, pedi que todas as luzes do templo fossem apagadas; começávamos ali o momento de adoração e oração. Cantei "Poderoso Deus" e "Te exaltamos" do diante do trono, depois passamos por aquela montagem de músicas e espontâneos. Cantamos "Preciso de Ti", "Águas purificadoras", "Rio" entre outras músicas. Durante a ministração, todos se ajoelharam e começaram a se arrepender de seus pecados. Com as luzes apagadas eles teriam mais liberdade, e menos vergonha de chorar. As vozes de algumas pessoas se destacavam em oração. Aleluia!!! O Espírito Santo gerou um clamor genuíno no coração daqueles adolescentes! Mistrei com liberdade, pulei, cantei, gritei, profetizei como nunca achei que faria dentro daquele templo em um culto. Alguns ali, infelizmente não estavam em espírito, e começaram a fazer coisas que tiravam a atenção dos demais como começar a andar pelas laterais e cochicharem. Deus é tão poderoso, que até a esses Ele fez quietar. Era uma nova unção que vinha sobre os levitas, instrumentistas, pregadores, sobre todos que estavam abertos para receberem o fluir do Rio de Deus.
Eu não fazia idéia do que estava acontecendo com todos eles. Nada tirava a minha atenção. Eu apenas ministrava DEBAIXO DA DIREÇÃO DE DEUS. Sinceramente, enquanto eu ministrava, sentia apenas a sensação de vaso sendo usado, mas eu não pude receber o que eles estavam recebendo. O motivo: Eu estava ali para ministrar e não para ser ministrado. Eu daria a eles o que recebi de Deus sem esperar por mais. Entendi que aquela noite era de Deus para eles, e eu, apenas um canal, mais nada.
Quando estávamos já a mais ou menos 50 minutos ajoelhados, orando e adorando, a música parou, eu já havia terminado de orar e todos eles ainda continuavam prostrados na frente da igreja (dessa vez, não espalhados, mas juntos onde se ministra o louvor). Três deles ficaram um pouco mais de tempo e eu pedi para que deixassem eles terminar. No chão à medida que os adolescentes de um em um se levantavam, eu via lágrimas. Quandos os 3 últimos terminaram, abracei uma amiga, e comecei a ministrar enquanto ela derramava suas lágrimas em meu ombro. Comecei a cantar "Pai, meu Pai, meu Papai, Aba Pai... Vem filho amado vem como estás..." Aos poucos outros se juntaram àquele abraço, quando terminei de ministrar descanso nos braços do Papai, meus braços já nem davam conta de abraçar a todos que se juntaram ali. Outros não se juntaram a nós por vergonha, já outros nem conseguiam levantar do lugar. Adentramos a madrugada, e encerramos aquela vigília.
Fomos nos preparar para dormir nas salas anexas à Igreja. Antes de nos recolhermos, muitos vinheram me contar as experiências daquela noite. Agora eu podia entender; a benção que Deus tinha para mim não era mais na ministração, e sim nos testemunhos dos que foram abençoados enquanto eu ministrava. Eu mal podia acreditar que DEBAIXO DA DIREÇÃO DE DEUS eu pude abençoar àquelas pessoas que tanto precisavam. É difícil entrar em detalhes, mas os testemunhos que me marcaram foram os da volta de adolescentes afastados da Igreja, pessoas que professaram a fé, mas que tinham dúvidas quanto à existência de Deus puderam sentir real a presença dEle não o viram, mas sentiram a sua presença!, a nova unção sobre adoradores, o arrependimento das más obras, e acima de tudo um peso foi tirado das nossas costas, quando incentivei a uma pessoa a se reconciliar com outra que ela tinha raiva. Estava um clima muito pesado entre elas, elas mal se falavam, então depois de um pedido de PERDÃO, e uma conversa o ódio se foi, e tudo ficou bem. Duas garotas viram enquanto eu ministrava Jesus sobre nós de braços estendidos (loucura d+ para estar acontecendo em uma Igreja ultra-tradicional), elas O viram nitidamente.
Fomos nos preparar para dormir nas salas anexas à Igreja. Antes de nos recolhermos, muitos vinheram me contar as experiências daquela noite. Agora eu podia entender; a benção que Deus tinha para mim não era mais na ministração, e sim nos testemunhos dos que foram abençoados enquanto eu ministrava. Eu mal podia acreditar que DEBAIXO DA DIREÇÃO DE DEUS eu pude abençoar àquelas pessoas que tanto precisavam. É difícil entrar em detalhes, mas os testemunhos que me marcaram foram os da volta de adolescentes afastados da Igreja, pessoas que professaram a fé, mas que tinham dúvidas quanto à existência de Deus puderam sentir real a presença dEle não o viram, mas sentiram a sua presença!, a nova unção sobre adoradores, o arrependimento das más obras, e acima de tudo um peso foi tirado das nossas costas, quando incentivei a uma pessoa a se reconciliar com outra que ela tinha raiva. Estava um clima muito pesado entre elas, elas mal se falavam, então depois de um pedido de PERDÃO, e uma conversa o ódio se foi, e tudo ficou bem. Duas garotas viram enquanto eu ministrava Jesus sobre nós de braços estendidos (loucura d+ para estar acontecendo em uma Igreja ultra-tradicional), elas O viram nitidamente.
Muitas foram as impressões que tive. Algumas delas tenho que guardar para mim, pois só a eternidade poderia descrever o quanto fui abençoado em saber que fui usado como vaso, como canal, mas acima de tudo, como servo, o mais humilde (sem hipocrisia) de todos. Sou apenas servo!!! Quantas vezes for preciso direi Eis-me Aqui, Senhor! Estou debaixo da tua direção.
Deus respondeu à oração que desde o ano passado eu fazia. Hoje nós temos o nosso testemunho. Somos o testemunho de que a transformação começa de uma pequena brasa, que vai incendiando outras até que todo o braseiro (a nossa Igreja) se acenda.
Espero que Deus os abençoe!
(Me abençoem também deixando comentários)
Deus respondeu à oração que desde o ano passado eu fazia. Hoje nós temos o nosso testemunho. Somos o testemunho de que a transformação começa de uma pequena brasa, que vai incendiando outras até que todo o braseiro (a nossa Igreja) se acenda.
Espero que Deus os abençoe!
(Me abençoem também deixando comentários)

